Funciona!

Desejo agradecer uma graça recebida de Deus pela intercessão de D. Álvaro. Sou imigrante em um país europeu. Durante um trâmite burocrático, a autoridade governamental desse país reteve por engano o documento oficial que me autoriza a permanecer em seu território sem problemas, do qual é muito difícil conseguir uma segunda via. Como havia muita gente, o funcionário público que me atendeu não percebeu o erro e, bastante aborrecido, não quis escutar meus argumentos, obrigando-me a sair e a voltar em poucas semanas. Quando retornei a agência pública, o funcionário anterior não estava e uma senhora encarregada do atendimento, percebendo a confusão, me disse quer era praticamente impossivel recupera-lo. Segundo ela, o documento devia estava misturado com outros já destruídos. Mesmo assim, prometeu verificar se de verdade havia sido eliminado e informar-me. Já conhecia bastante a vida de D. Álvaro, mas devo confessar que não possuía muita fé no poder de sua intercessão. No entanto, como o admiro profundamente, pensei que esta seria a oportunidade de crescer na confiança de seu poder junto a Deus e comecei uma novena, rezando a estampa com a oração privada ao Servo de Deus, para pedir especialmente por esse problema. Sem esperar que me chamassem, apareci novamente na agência pública, levando no bolso uma estampa com uma pequena relíquia de D. Álvaro que tinha ganhado de uma amiga. Como havia uma multidão de gente, busquei em vão a funcionária que tinha prometido chamar-me. Resignada, entrei na fila como todos, disposta a refazer a petição. Ao chegar a minha vez, apareceu a encarregada e reconheceu-me em seguida. “Lembro-me do seu caso, mas não sei se posso ajudá-la. De-me seu documento de identidade, sente e espere”. Resistindo a tentação de rezar a outros santos, rezei mais uma estampa a D. Álvaro e fiquei tranquila. Duas horas depois, quando já éramos poucos no local, escutei meu nome e me aproximei ao guichê indicado: a senhora tinha em mãos o famoso documento e me entregou sem outros inconvenientes. Saí radiante, sem deixar de agradecer muito a Deus e a D. Álvaro – a quem devia desculpas por minha falta de fé – por esse autêntivo milagre. Denise Adriano, Curitiba, Brasil jornalista, setembro de 2010

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